quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Portuguesa escala jogador irregular e pode ser rebaixada no Brasileirão



Héverton se mostra surpreso: 'Achei que tivesse pego só um jogo'


Héverton Portuguesa x Corinthians (Foto: Ale Cabral / Ag. Estado)Héverton, em ação pela Portuguesa 
(Foto: Ale Cabral / Ag. Estado)
Pivô de caso que pode terminar com rebaixamento da Lusa, meia diz que não sabia do gancho de dois jogos: 'Nem sei como funciona isso de julgamento'

O meia Héverton, da Portuguesa, está assustado. O jogador, de forma involuntária, se tornou o pivô de um caso que pode culminar no rebaixamento da Lusa no Brasileirão, salvando o Fluminense da degola. Ele ficou sabendo do caso pelo GloboEsporte.com, em contato por telefone - suspenso por dois jogos pelo STJD, por conta de uma expulsão contra o Bahia na 36ª rodada, o meia entrou no segundo tempo da partida contra o Grêmio, domingo, no Canindé, pela 38ª rodada. Ou seja: Héverton estaria em situação irregular, o que faria com que a Portuguesa perdesse três pontos e mais o ponto conquistado na partida (empate em 0 a 0), caindo de 48 para 44 na tabela e ficando atrás do Fluminense. 

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Advogado é preso por engano no lugar de seu cliente no interior de SP

Justiça de Indaiatuba expediu documento com o nome errado e profissional ficou detido por 4 horas; OAB-SP repudiou o caso
Igor Truz - 04/12/2013 - 14h22
No final de novembro, um advogado ficou preso durante quatro horas por engano no município de Indaiatuba, localizado no interior de São Paulo. De acordo com informações fornecidas pela OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo), após o término de um processo criminal, a 1ª Vara Civil da cidade expediu um mandado de prisão contra o profissional e não contra o seu cliente, que era o réu condenado na ação.
Foto: Luis Roizman
Marcos da Costa, presidente da OAB-SP, criticou erro do cartório e truculência da polícia
“A classe repudia todo o episódio, começando pelo erro inadmissível  perpetrado por um Cartório que expede um mandado de prisão em nome do advogado da causa. Pior: ele é cumprido com truculência,  mesmo diante do veemente esclarecimento do advogado”, disse o presidente da OAB-SP, Marcos da Costa.
Segundo relato do presidente da Comissão de Direitos e Prerrogativas da OAB-SP, Ricardo Toledo Santos Filho, que acompanhou o caso de perto, o mandado com o nome do advogado escrito por engano foi entregue à Polícia, que deu cumprimento a determinação judicial. Ao ser interpelado, o profissional alegou que os policiais estavam o prendendo por engano, mas acabou sendo conduzido para a delegacia com o uso de força física.
“Ele [o advogado] se insurgiu, tentou explicar que não era nem ao menos parte do processo. Durante sua tentativa de resistência à prisão, houve inclusive uso de truculência para conduzi-lo à delegacia”, disse Santos Filho.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

À la Mussum, Diário Oficial de Alagoas publica 'despachis' sobre 'suco de cevadis'

NATÁLIA CANCIAN

DE SÃO PAULO

"Suco de cevadiss, é um leite divinis, qui tem lupuliz, matis, aguis e fermentis". A frase, que lembra o linguajar do Mussum, conhecido personagem dos Trapalhões, faz parte de um "despachis" publicado nesta segunda-feira (2) no "Diário Oficial" do Estado de Alagoas.

O texto, que abre com a expressão "Mussum ipsum cacilds, vidis litro abertis", está disponível na seção de informações da Secretaria de Estado da Fazenda, na página 10 da publicação.

Os parágrafos antecedem um informativo sobre três despachos oficiais realizados pela pasta na quinta-feira passada (28) ao Gabinete Civil e à Procuradoria Geral do Estado.

"Mussum ipsum cacilds, vidis litro abertis. Consetis adipiscings elitis. Pra lá, depois divoltis porris, paradis. Paisis, filhis, espiritis santis. Mé faiz elementum girarzis, nisi eros vermeio, in elementis mé pra quem é amistosis quis leo. Manduma pindureta quium dia nois paga. Sapien in monti palavris qui num significa nadis i pareci latim. Interessantiss quisso pudia ce receita de bolis, mais bolis eu num gostis", publicou o "Diário Oficial".

O governo de Alagoas afirma que houve um "erro". Em nota, a Secretaria de Estado da Fazenda diz que o texto "não consta nos arquivos enviados pela Sefaz, tampouco partiu do trabalho de servidores".
Divulgação
Diário Oficial de Alagoas publica 'despachis' sobre 'suco de cevadis'
Diário Oficial de Alagoas publica 'despachis' sobre 'suco de cevadis'
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